Por que Paralamas

Repertório

4 NOVOS TALENTOS REVELADOS

10.000 espectadores esperados

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Por que Paralamas


A obra dos Paralamas é uma das mais marcantes na Música Brasileira nas últimas décadas e inspirou toda uma geração. Nada mais justo do que homenagear essa obra tão representativa dando a ela uma roupagem teatral.

Repertório

Homenagem à obra de uma das lendas do rock nacional.


O repertório será definido pela equipe criativa com base nas possibilidades dramatúrgicas das letras das músicas e sua realização teatral. Claro que os mais importantes sucessos, como Lanterna dos Afogados e Meu Erro não poderão ficar de fora.

4 NOVOS TALENTOS REVELADOS




O MPB EM CENA, criado pela Conteúdo Teatral, revelará 4 novos talentos ao final da oficina atual. Estes 4 novos talentos permanecerão em cartaz no Teatro Folha, com o espetáculo PARALAMAS EM CENA.


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Isser Korik

Direção Geral

Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo. É diretor artístico da produtora Conteúdo Teatral e do Teatro Folha. Coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como, “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; “E o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson. Concebeu “Nunca se Sábado...”, apresentado em quatro temporadas sob sua direção-geral, marcando a cena paulistana. Dirigiu a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso...”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. Seus trabalhos de direção mais recentes são as comédias “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport; “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; e “O Empréstimo”, de Jordi Galceran, atualmente em cartaz no Teatro Folha. No teatro musical, foi coprodutor de espetáculos muito bem recebidos pelo público e crítica: “Um Violinista no Teatro”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos” ,“Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles Num Céu de Diamantes”, todos dirigidos por Charles Möeller e Claudio Botelho, além de ter dirigido “Ivan Lins em Cena”.


Fezu Duarte

Interpretação

Foi diretora artística do Teatro Brasileiro de Comédia de 1998 a 2003. No TBC, criou a Cia. de Repertório e atuou como atriz em “Ópera do Malandro”, com direção de Gabriel Villela. Fundou também a Cia. de Teatro Rock, em que dirigiu os espetáculos “QAP”, “A Borboleta sem Asas” e “Na Cama com Tarantino”. Em 2004, dirigiu “Revolução Urbana”, primeiro espetáculo sobre o Legião Urbana. Assinou a direção dos musicais “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar”, “Lado B – Mudaram as Estações” e “Os Saltimbancos”, que permaneceu por quatro anos entre os dez melhores espetáculos infantis na Veja São Paulo.


Vanessa Guillen

Expressão Corporal

Diretora, coreógrafa e bailarina. Diretora da Abominável Cia de Teatro, realiza trabalhos autorais em teatro e dança. Tem formação em teatro pela Escola Macunaíma e direção na SP Escola de Teatro. Em dança pelo Marly Zavar e Centro Pro-Danza de Cuba. Integrou os elencos das cias: Ballet Stagium, Cia de Danças de Diadema, Cia Lúdica de Susana Yamauchi, Cia Druw de Miriam Druwe, Siameses de Maurício de Oliveira e Balé da Cidade de SP. Se apresentou na Alemanha, França, Áustria, Luxemburgo, Espanha, Uruguai, China e por quase todos os estados brasileiros. Assistente de direção e preparadora na Cia Satyros de Rodolfo Garcia Vásquez na peça Roberto Zucco, prêmio Shell de melhor direção. Assistente de direção e Diretora Residente de José Possi Neto nos musicais: Ghost, Raia 30 Anos, Crazy For You, Cabaret, New York New York, Emoções Baratas, Bark! Um Latido Musical e nas peças: Vidas Privadas, com Lavínia Pannuzio e Daniel Alvim e Master Class, com Cristiane Torloni. Dirigiu e coreografou O Homem n´Água, com Paulo Goulart Filho, Valsa nº 6 de Nelson Rodrigues e Subterrâneo, da Abominável Cia. Coreógrafa no projeto MPB Em Cena, pela Conteúdo Teatral com espetáculos em cartaz no Teatro Folha, Constellation O Musical, com direção de Jarbas Homem de Melo, indicada ao prêmio nacional Cenym de melhor coreografia e Mamonas O Musical, em cartaz há um ano e meio.


Paulo Nogueira

Diretor Musical

Paulistano, bacharelou-se em Direito e Música, iniciando sua carreira como pianista e, posteriormente, professor, maestro e diretor musical. Aperfeiçoou-se com grandes profissionais brasileiros e estrangeiros. Vencedor de vários prêmios, atuou no campo operístico como regente e diretor musical em montagens do Theatro Municipal de São Paulo. Regente-Coral desde 1989, desenvolveu junto à terceira idade um importante trabalho de cunho sócio-cultural reconhecido pela sociedade artística através de honrarias e CD's. Assumiu as funções de regente e assistente de direção na Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório e nos musicais O Fantasma da Ópera, Miss Saigon, A Bela e a Fera e Cats. Conduziu orquestras Brasileiras em concertos, récitas de óperas, apresentações com solistas renomados e o Balé da Cidade de São Paulo. Foi diretor musical para o casting de Zorro e A Família Addams, regeu a trilha sonora do filme Salve Geral. Como professor, dirigiu os cursos de montagem dos musicais Ópera do Malandro, Priscilla, A Rainha do Deserto, Rock of Ages, O Fantasma da Opera, Fame, Chorus Line, Footloose, The Book Of Mormon, Rent, Cats e Jekyll&Hyde. Exerceu funções de Diretor Musical, Maestro e Primeiro Pianista nos musicais Pernas pro Ar com Cláudia Raia, O Médico e o Monstro (Jekyll&Hyde), Mamma Mia, FAME e Nas Alturas (In The Heights). Diretor Musical, arranjador e orquestrador em Como Vencer na Vida Sem Fazer Força (indicado como melhor direção musical pelo Prêmio Censgranrio e APTR) e O Menino Maluquinho, o musical. Seus próximos projetos incluem, Ghost, o musical, Dias de Luta , Dias de Glória e The Young Frankenstein.

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